terça-feira, 5 de maio de 2009
Curiosidades sobre o consumo de água

Eis algumas curiosidades que vamos publicar na nossa revista:
4 descargas de autoclismo correspondem a um mini bar.
Por dia, uma família constituída por 4 pessoas gasta aproximadamente 230 litros em descargas de autoclismos, ou seja, é aproximadamente um frigorifico de duas portas.
Um banho consome cerca de 90 litros de água, o que corresponde aproximadamente a 2 mini bar.
Sitios de reciclagem na escola !
terça-feira, 28 de abril de 2009
Partilhe o seu automóvel
"No questionário realizado por nós, os resultados demonstram que a maioria das pessoas se deslocam para a escola de carro, uma das soluções poderia ser partilhar o seu automóvel com quem reside perto de si e que efectua o mesmo percurso.
A Galp tomou a iniciativa de criar um site onde as pessoas podem falar e informar-se para que lugar vão todos os dias e poderem partilhar o seu automóvel para o mesmo destino."
A Galp tomou a iniciativa de criar um site onde as pessoas podem falar e informar-se para que lugar vão todos os dias e poderem partilhar o seu automóvel para o mesmo destino."
Este excerto vai ser publicado na nossa revista. Este link tem informações interessantes que lhe permitem descobrir que outras pessoa fazem o mesmo percurso diariamente:
Energia Solar

"Portugal é um dos países mais ricos da Europa ao nível da energia solar. O número médio anual de horas de Sol varia, no território continental, entre as 2200 e as 3000 horas. Na semana em que se celebra o Dia Internacional do Sol (3 de Maio), o AmbienteOnline foi tentar perceber qual o aproveitamento que o País faz deste recurso..."-http://www.ambienteonline.pt/noticias/detalhes.php?id=7944.
Portugal devia construir mais centrais solares e outras energias renováveis para não ficarmos tão dependentes de combustíveis fósseis. São estas as batalhas que nós, alunos do 8ºE travamos todos os dias. Não fique indiferente: aproveite melhor a energia, o ambiente agradece...
Portugal devia construir mais centrais solares e outras energias renováveis para não ficarmos tão dependentes de combustíveis fósseis. São estas as batalhas que nós, alunos do 8ºE travamos todos os dias. Não fique indiferente: aproveite melhor a energia, o ambiente agradece...
terça-feira, 21 de abril de 2009
Entrevista á professora Graça Pimentel
Fizemos uma entrevista á professora Graça Pimentel, eis um excerto de uma resposta da sua entrevista:
"Até aos dois últimos dias, foi uma semana normal. No penúltimo dia, os alunos do 8º E fizeram-me uma surpresa que jamais esquecerei e me deixou muito comovida. No final da Área de Projecto, mandei sair e, em vez de pegarem na mochila e saírem, os alunos rodearam a minha secretária, e despediram-se de mim oferecendo-me uma das minhas “medalhas” – uma folha impressa com frases muito bonitas. Frases que me mostraram que, apesar dos “raspanetes” esses jovens tinham ficado com uma marca minha que espero que se mantenha com o passar do tempo."
terça-feira, 24 de março de 2009
Índice da Revista
terça-feira, 10 de março de 2009
A experiência da paginação

Para paginarmos a nossa revista tivemos de nos informar, recorrendo a várias revistas onde se encontravam certos tipos de paginação de onde retiramos várias ideias.
Com essas ideias formámos exemplos do que podia vir a tornar-se a paginação de cada página, desses exemplos foi seleccionado a votos aquele que todos preferiam.

Foi uma experiência bastante proveitosa porque aprendemos a formatar uma revista.
Gostamos bastante de executar este trabalho. Deu muito trabalho, mas foi muito interessante.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Poluiçao Atmosferica

Durante os últimos cinco anos, Linfen, na província chinesa de Shanxi, é a cidade mais poluída do mundo e um símbolo dos efeitos negativos do arriscado crescimento económico do país.
Ler noticia completa :http://opiniaoenoticia.com.br/interna.php?id=8556
efeito de estufa
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Escolhemos este video para que as pessoas se apercebam do mal que estão a fazer ao nosso planeta!!!
Escolhemos este video para que as pessoas se apercebam do mal que estão a fazer ao nosso planeta!!!
Macaco a Reciclar
Aqui está um vídeo que passou na televisão e foi publicado na internet. Fui ao site do Youtube (http://www.youtube.com/) e estava lá o vídeo. É um incentivo a reciclar visto que até um macaco o consegue fazer.
A Nossa Fonte de Vida
Encontramos este vídeo que fala sobre o consumo da água e sobre o que poderá acontecer daqui a alguns anos.
Greve em Lisboa!
Os trabalhadores da recolha do lixo e de limpeza das ruas de Lisboa estiveram em greve por quatro dias. A Câmara Municipal de Lisboa já apelou aos munícipes para que evitem colocar o lixo nos contentores entre as 06:00 horas de hoje e a próxima quinta-feira.
Esta greve fez com que a cidade tivesse ficado repleta de lixo e mostrou-nos a importância de recolher o lixo e os resíduos.
Tempo de decomposição do lixo
Isto mostra que por vezes o lixo demora muitos anos a decompor-se, não podemos continuar a poluir o nosso planeta, temos que por um ponto final a poluiçao, senão o Planeta Terra acaba mais depressa do que nós pensamos.

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-reciclagem/decomposicao-do-lixo.php

http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/meio-ambiente-reciclagem/decomposicao-do-lixo.php
terça-feira, 2 de dezembro de 2008

A Água
A água, em condições ambientais, é um líquido incolor e inodoro
que apresenta um ponto de fusão de 0 °C e um ponto de ebulição de 100ºC. A água limpa e tratada é essencial a todos os seres vivos.
A água é reconhecida pelo símbolo químico H2O, o “H” quer dizer que a água contém hidrogénio e o “O” quer dizer que contém oxigénio. Estes dois elementos entram na constituição à água. A água é uma substância abundante na Terra, ocupando cerca de três quartos da superfície terrestre, sendo encontrada principalmente nos oceanos, na atmosfera sob a forma de nuvens, uma pequena parte em terra e a maior parte está debaixo da superfície terrestre (água subterrânea), em forma de gelo. Apenas uma pequena fracção está disponível ao Homem e aos outros seres vivos, em lagos e em rios.
Sites:
http://www.geocities.com/~esabio/agua/agua.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ãgua
Imagens de:
http://images.google.pt/images?gbv=2&hl=pt-PT&q=%C3%A1gua&start=21&sa=N
http://images.google.pt/images?gbv=2&hl=pt-PT&q=A+%C3%81gua&btnG=Procurar+imagens
Grupo: WATERPROOF
A água é reconhecida pelo símbolo químico H2O, o “H” quer dizer que a água contém hidrogénio e o “O” quer dizer que contém oxigénio. Estes dois elementos entram na constituição à água. A água é uma substância abundante na Terra, ocupando cerca de três quartos da superfície terrestre, sendo encontrada principalmente nos oceanos, na atmosfera sob a forma de nuvens, uma pequena parte em terra e a maior parte está debaixo da superfície terrestre (água subterrânea), em forma de gelo. Apenas uma pequena fracção está disponível ao Homem e aos outros seres vivos, em lagos e em rios.
Sites:
http://www.geocities.com/~esabio/agua/agua.htm
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ãgua
Imagens de:
http://images.google.pt/images?gbv=2&hl=pt-PT&q=%C3%A1gua&start=21&sa=N
http://images.google.pt/images?gbv=2&hl=pt-PT&q=A+%C3%81gua&btnG=Procurar+imagens
Grupo: WATERPROOF
Semana da prevenção para a redução na produção de resíduos
Dia 22 a 30 de Novembro de 2008 comemorasse a semana da prevenção na redução da produção de resíduos.
A produção de resíduos da área metropolitana do porto tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos, atingindo, em 2008, as 544000 toneladas de resíduos. Este ritmo de crescimento e preocupante em termos económicos e ambientais, tornando-se fundamental a adopção de medidas que contrariem esta tendência.
10 Mandamentos de Prevenção:
1 Reduza o consumo, comprando apenas os produtos necessários.
2 Opte por produtos sem excesso de embalagens.
3 Prefira produtos com embalagens do tamanho familiar.
4 Escolha produtos a peso, em vez dos pré-embalados.
5 Prefira bebidas engarrafadas em embalagens de tara retornável.
6 Opte por usar pilhas recarregáveis.
7 Na escolha de produtos, tenha em conta a sua durabilidade e potencial de reutilização.
8 Quando for as compras, leve sacos de casa, de preferência de pano.
9 Quando cozinhar tenha em conta as quantidades necessárias, para evitar e desperdício de comida.
10 Imprima com moderação, reflectindo sobre aquilo de que realmente necessita.
Porque “no prevenir é que está o ganho” participe nas acções da semana de prevenção e saiba quais as boas praticas que contribuem para a diminuição da produção de resíduos.
Para mais informações consulte o site : www.eunaofacolixo.com
Dia 22 a 30 de Novembro de 2008 comemorasse a semana da prevenção na redução da produção de resíduos.
A produção de resíduos da área metropolitana do porto tem vindo a aumentar significativamente nos últimos anos, atingindo, em 2008, as 544000 toneladas de resíduos. Este ritmo de crescimento e preocupante em termos económicos e ambientais, tornando-se fundamental a adopção de medidas que contrariem esta tendência.
10 Mandamentos de Prevenção:
1 Reduza o consumo, comprando apenas os produtos necessários.
2 Opte por produtos sem excesso de embalagens.
3 Prefira produtos com embalagens do tamanho familiar.
4 Escolha produtos a peso, em vez dos pré-embalados.
5 Prefira bebidas engarrafadas em embalagens de tara retornável.
6 Opte por usar pilhas recarregáveis.
7 Na escolha de produtos, tenha em conta a sua durabilidade e potencial de reutilização.
8 Quando for as compras, leve sacos de casa, de preferência de pano.
9 Quando cozinhar tenha em conta as quantidades necessárias, para evitar e desperdício de comida.
10 Imprima com moderação, reflectindo sobre aquilo de que realmente necessita.
Porque “no prevenir é que está o ganho” participe nas acções da semana de prevenção e saiba quais as boas praticas que contribuem para a diminuição da produção de resíduos.
Para mais informações consulte o site : www.eunaofacolixo.com
terça-feira, 25 de novembro de 2008
Dia Mundial da água
O Dia Mundial da Água foi criado pela Assembleia-geral da Organização das Nações Unidas, declarando todo o dia 22 de Março de cada ano como sendo o Dia Mundial das Águas (DMA).
Muitas crianças morrem por falta de água, a água é importante para a vida de todos nós, por isso se diz:
Sem água não há vida.
Cerca de 1 bilião de pessoas do planeta sofrem com a escassez de água potável.
Está nas nossas mãos o dever de evitar a falta de água!
terça-feira, 18 de novembro de 2008
Dia Nacional da Cultura Cientifica
O dia 24 de Novembro é o dia Nacional da Cultura Cientifica e, como todos os anos, vai ser comemorado nesta escola.
Na disciplina de Ciências Naturais, os alunos do 8ºano fizeram uns ecopontos para as salas de aula que irão ser apresentados na exposição que terá lugar no pavilhão A. Depois os ecopontos, irão para as respectivas salas para serem utilizados.
Este trabalho, que irá contar para avaliação, integra-se no projecto eco-escolas.
Na disciplina de Ciências Naturais, os alunos do 8ºano fizeram uns ecopontos para as salas de aula que irão ser apresentados na exposição que terá lugar no pavilhão A. Depois os ecopontos, irão para as respectivas salas para serem utilizados.
Este trabalho, que irá contar para avaliação, integra-se no projecto eco-escolas.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
O ciclo da Água
O ciclo da Água processa-se da seguinte forma:
O calor provoca a Evaporação da água dos oceanos, dos rios e dos lagos e vai para a atmosfera. O vapor de água na atmosfera arrefece e condensa-se, ou seja, transforma-se em pequenas gotas de água, formando as nuvens. Quando a nuvem fica carregada de pequenas gotas, estas agrupam-se formando gotas maiores que se tornam pesadas e caem sobre a superfície terrestre de diferentes formas (dependendo das condições climáticas) - chuva, neve ou granizo.
Uma parte cai directamente nos oceanos, mares, rios e lagos, outra escorre à superfície terrestre e a outra infiltra-se no solo, formando lençóis de água.
A água absorvida pelo solo passa para as plantas, que a absorvem pelas raízes.
O calor provoca a Evaporação da água dos oceanos, dos rios e dos lagos e vai para a atmosfera. O vapor de água na atmosfera arrefece e condensa-se, ou seja, transforma-se em pequenas gotas de água, formando as nuvens. Quando a nuvem fica carregada de pequenas gotas, estas agrupam-se formando gotas maiores que se tornam pesadas e caem sobre a superfície terrestre de diferentes formas (dependendo das condições climáticas) - chuva, neve ou granizo.
Uma parte cai directamente nos oceanos, mares, rios e lagos, outra escorre à superfície terrestre e a outra infiltra-se no solo, formando lençóis de água.
A água absorvida pelo solo passa para as plantas, que a absorvem pelas raízes.
Assim, o ciclo repete-se sucessivamente, mantendo-se estável a quantidade de água no nosso planeta.

Fontes: http://www.cricketdesign.com.br/abril/ciclodaagua/, página a que, por considerarmos muito interessante, aconselhamos uma visita.
http://www.bragancanet.pt/agua/ciclo.htm
Grupo: WATERPROOF
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Pavilhão da Água
Instalado no Porto desde Dezembro de 2002, o Pavilhão da Água, proveniente da Expo 98, é um equipamento que pretende chamar a atenção para a importância da água, através de um conjunto de experiências lúdicas e científicas.
O edifício, da autoria dos arquitectos Alexandre Burmester e José Carlos Gonçalves, foi projectado de forma a criar a ilusão de que está suspenso no ar.
Em 2002, este pavilhão foi oferecido à Câmara do Porto pela Unicer, que investiu cerca de 3 milhões de euros na operação. A gestão do equipamento ficou a cargo da Fundação Ciência e Desenvolvimento, que para além da autarquia portuense inclui ainda a Universidade do Porto. O edifício ficou instalado no Parque da Cidade, o que implicou a sua integração urbanística naquela área. Parte dos custos dessa operação foram suportados pela autarquia do Porto.
Os visitantes podem encontrar 20 experiências interactivas diferentes, em que a água é a única fonte de energia utilizada para fazer mover os engenhos. Ela é depois reaproveitada, pois circula em circuito fechado ao longo de todo o percurso. Estas experiências foram concebidas no Experimentarium (Dinamarca), e são iguais às que foram exibidas na Expo’98. Para além de serem bons exemplos das várias utilizações que a água pode ter, estas actividades demonstram bem a importância deste elemento para a vida.
Fontes:
http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=396482
http://194.79.88.139:8081/fcd/
http://jpn.icicom.up.pt/2004/03/18/o_que_e_o_pavilhao_da_agua.html
O edifício, da autoria dos arquitectos Alexandre Burmester e José Carlos Gonçalves, foi projectado de forma a criar a ilusão de que está suspenso no ar.
Em 2002, este pavilhão foi oferecido à Câmara do Porto pela Unicer, que investiu cerca de 3 milhões de euros na operação. A gestão do equipamento ficou a cargo da Fundação Ciência e Desenvolvimento, que para além da autarquia portuense inclui ainda a Universidade do Porto. O edifício ficou instalado no Parque da Cidade, o que implicou a sua integração urbanística naquela área. Parte dos custos dessa operação foram suportados pela autarquia do Porto.
Os visitantes podem encontrar 20 experiências interactivas diferentes, em que a água é a única fonte de energia utilizada para fazer mover os engenhos. Ela é depois reaproveitada, pois circula em circuito fechado ao longo de todo o percurso. Estas experiências foram concebidas no Experimentarium (Dinamarca), e são iguais às que foram exibidas na Expo’98. Para além de serem bons exemplos das várias utilizações que a água pode ter, estas actividades demonstram bem a importância deste elemento para a vida.
Fontes:
http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=396482
http://194.79.88.139:8081/fcd/
http://jpn.icicom.up.pt/2004/03/18/o_que_e_o_pavilhao_da_agua.html
GrupoWATERPROOF
A Água na Natureza
Na Natureza, a água pode apresentar-se nos estados sólido, líquido e gasoso:
Adaptado:
http://home.alunos.utad.pt/~al14072/ciclodaagua0.htm
Grupo: WATERPROOF
Carta da Terra
PRINCÍPIOS
I. RESPEITAR E CUIDAR A COMUNIDADE DA VIDA
1. Respeitar a Terra e a vida em toda a sua diversidade.
a) Reconhecer que todos os seres estão interligados e que cada forma de vida tem valor, independentemente da sua utilidade para os seres humanos.
b) Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade.
2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.
a) Aceitar que, com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais, vem o dever de impedir danos causados ao ambiente, e de proteger os direitos das pessoas.
b) Assumir que o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder implica aumento da responsabilidade na promoção do bem comum.
3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.a) Assegurar que as comunidades, a todos os níveis, garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais, e proporcionem a cada um a oportunidade de usar o seu potencial.
b) Promover a justiça económica e social, proporcionando a todos alcançar uma subsistência significativa e segura, que seja ecologicamente responsável.
4. Garantir as dádivas e a beleza da Terra para as actuais e as futuras gerações.
a) Reconhecer que a liberdade de acção de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras.b) Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apoiem, a longo prazo, a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra.
Para poder cumprir estes quatro grandes compromissos, é necessário:
II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA
5. Proteger e repor a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação pela diversidade biológica, e pelos processos naturais que sustentam a vida.
a) Adoptar planos e estratégias de desenvolvimento sustentável, a todos os níveis, que façam com que a conservação ambiental e a reabilitação sejam parte integrante de todas as iniciativas de desenvolvimento.
b) Estabelecer e proteger de forma viável as reservas naturais e a biosfera, incluindo regiões selvagens e áreas marinhas, para proteger os sistemas de sustento à vida da Terra, manter a biodiversidade e preservar a nossa herança natural.
c) Promover a recuperação de espécies e de ecossistemas ameaçados.
d) Controlar e erradicar organismos não-nativos ou geneticamente modificados que causem dano às espécies nativas, ao ambiente, e prevenir a introdução desses organismos.
e) Gerir o uso de recursos renováveis como a água, o solo, os produtos florestais e vida marinha de uma forma que não ultrapasse as taxas de regeneração e que protejam a saúde dos ecossistemas.
f) Gerir a extracção e o uso de recursos não-renováveis, como minerais e combustíveis fósseis por forma a que diminuam a exaustão e não causem dano ambiental grave.
6. Prevenir os impactes negativos para o ambiente como o melhor método de protecção ambiental e, quando o conhecimento for limitado, assumir uma abordagem de precaução.
a) Orientar acções para evitar a possibilidade de sérios ou irreversíveis danos ambientais, mesmo quando a informação científica for incompleta ou inconclusiva.
b) Impor o ónus da prova àqueles que afirmarem que a actividade proposta não causará dano significativo, e responsabilizar as partes pelos danos causados no ambiente.c) Garantir que a decisão a ser tomada se oriente pelas consequências humanas globais, cumulativas, de longo prazo, indirectas e de longo alcance.
d) Impedir a poluição de qualquer parte do ambiente, e não permitir o aumento de produção de substâncias radioactivas, tóxicas ou outras substâncias perigosas. e) Evitar que o ambiente seja danificado por actividades militares.
7. Adoptar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.
a) Reduzir, reutilizar e reciclar materiais usados nos sistemas de produção e consumo e garantir que os resíduos possam ser assimilados pelos sistemas ecológicos
b) Actuar com restrição e eficiência em relação ao consumo energético e recorrer cada vez mais aos recursos energéticos renováveis, como a energia solar e a eólica.
c) Promover o desenvolvimento, a adopção e a transferência equitativa de tecnologias ambientais seguras.
d) Incluir totalmente os custos ambientais e sociais de bens e serviços no preço de venda, e habilitar os consumidores a identificar produtos que satisfaçam as mais altas normas sociais e ambientais.
e) Garantir acesso universal aos cuidados médicos que fomentem a saúde reprodutiva e a reprodução responsável.
f) Adoptar modos de vida que acentuem a qualidade de vida e a subsistência material num mundo finito.
8. Desenvolver o estudo da sustentabilidade ecológica e promover a permuta aberta e a ampla aplicação do conhecimento adquirido.
a) Apoiar a cooperação científica e tecnológica internacional relacionada com a sustentabilidade, com especial atenção às necessidades das nações em desenvolvimento.
b) Reconhecer e preservar os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual, em todas as culturas, que contribuam para a protecção ambiental e o bem-estar humano.
c) Garantir que informações de vital importância para a saúde humana e para a protecção ambiental, incluindo informação genética, estejam disponíveis no domínio público.
III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÓMICA
9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.a) Garantir o direito à água potável, ao ar puro, à segurança alimentar, aos solos não contaminados, ao abrigo e saneamento seguro, distribuindo os necessários recursos nacionais e internacionais.
b) Proporcionar educação e recursos a cada ser humano, para assegurar uma subsistência sustentável, e proporcionar segurança social, e rendimentos sociais a todos aqueles que não capazes de manter-se por conta própria.
c) Reconhecer os ignorados, proteger os vulneráveis, servir aqueles que sofrem, e permitir-lhes desenvolver as suas capacidades e alcançar as suas aspirações.10. Garantir que as actividades e instituições económicas, a todos os níveis, promovam o desenvolvimento humano de forma equitativa e sustentável.
a) Promover a distribuição equitativa da riqueza internamente e entre as nações.
b) Promover o desenvolvimento dos recursos intelectuais, financeiros, técnicos e sociais das nações em desenvolvimento, e isentá-las de dívidas internacionais onerosas.
c) Garantir que todas as transacções comerciais apoiem o uso de recursos sustentáveis, a protecção ambiental e normas laborais progressistas.
d) Exigir que corporações multinacionais e organizações financeiras internacionais actuem com transparência em benefício do bem comum, e responsabilizá-las, pelas consequências das suas actividades.
11. Afirmar a igualdade e a equidade entre sexos como pré-requisito para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência na saúde e às oportunidades económicas.
a) Assegurar os direitos humanos das mulheres e das jovens e acabar com toda a violência contra elas.
b) Promover a participação activa das mulheres em todos os aspectos da vida económica, política, civil, social e cultural, como parceiras plenas e parietárias, decisoras, líderes e beneficiárias.
c) Fortalecer as famílias, e garantir a segurança e a educação de todos os membros da família.
12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar psíquico, concedendo especial atenção aos direitos dos povos indígenas e das minorias.
a) Eliminar a discriminação em todas as suas formas, como baseadas em raça, cor, sexo, orientação sexual, religião, idioma e origem nacional, étnica ou social.
b) Afirmar o direito dos povos indígenas à sua espiritualidade, educação, terras e recursos, assim como às suas práticas, relacionadas com formas sustentáveis de vida.
c) Honrar e apoiar os jovens das nossas comunidades, habilitando-os a cumprir o seu papel essencial na criação de sociedades sustentáveis.
d) Proteger e restaurar lugares notáveis pelo significado cultural e espiritual.
14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e capacidades necessárias para um modo de vida sustentável.
a) Oferecer a todos, especialmente às crianças e aos jovens, oportunidades de educação que lhes permitam contribuir activamente para o desenvolvimento sustentável.
b) Promover a contribuição das artes e humanidades, assim como das ciências, na Educação para a sustentabilidade.
c) Intensificar o papel dos média no sentido de aumentar a sensibilização para os desafios ecológicos e sociais.
d) Reconhecer a importância da educação moral e espiritual para uma subsistência sustentável.
15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração
a) Impedir maus tratos aos animais integrados em sociedades humanas e protegê-los de sofrimentos.
b) Proteger animais selvagens de métodos de caça, armadilhas e pesca, que causem sofrimento extremo, prolongado ou evitável.
c) Eliminar ou evitar até ao máximo possível a captura ou destruição de espécies não visadas.
16. Promover uma cultura de tolerância, não violência e paz
a) Estimular e apoiar o entendimento mútuo, a solidariedade e a cooperação entre todas as pessoas, internamente e entre as nações.
b) Implementar estratégias amplas para prevenir conflitos armados e usar a colaboração na resolução de problemas para manejar e resolver conflitos ambientais e outras disputas.c) Desmilitarizar os sistemas de segurança nacional até chegar ao nível de uma postura não-provocativa da defesa, e converter os recursos militares em propósitos pacíficos, incluindo restauração ecológica.
d) Eliminar armas nucleares, biológicas e tóxicas e outras armas de destruição em massa.
e) Assegurar que o uso do espaço orbital e cósmico mantenha a protecção ambiental e paz.
g) Reconhecer que a paz é a plenitude criada por relações correctas consigo mesmo, com outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com a universalidade da qual somos parte.
I. RESPEITAR E CUIDAR A COMUNIDADE DA VIDA
1. Respeitar a Terra e a vida em toda a sua diversidade.
a) Reconhecer que todos os seres estão interligados e que cada forma de vida tem valor, independentemente da sua utilidade para os seres humanos.
b) Afirmar a fé na dignidade inerente de todos os seres humanos e no potencial intelectual, artístico, ético e espiritual da humanidade.
2. Cuidar da comunidade da vida com compreensão, compaixão e amor.
a) Aceitar que, com o direito de possuir, administrar e usar os recursos naturais, vem o dever de impedir danos causados ao ambiente, e de proteger os direitos das pessoas.
b) Assumir que o aumento da liberdade, dos conhecimentos e do poder implica aumento da responsabilidade na promoção do bem comum.
3. Construir sociedades democráticas que sejam justas, participativas, sustentáveis e pacíficas.a) Assegurar que as comunidades, a todos os níveis, garantam os direitos humanos e as liberdades fundamentais, e proporcionem a cada um a oportunidade de usar o seu potencial.
b) Promover a justiça económica e social, proporcionando a todos alcançar uma subsistência significativa e segura, que seja ecologicamente responsável.
4. Garantir as dádivas e a beleza da Terra para as actuais e as futuras gerações.
a) Reconhecer que a liberdade de acção de cada geração é condicionada pelas necessidades das gerações futuras.b) Transmitir às futuras gerações valores, tradições e instituições que apoiem, a longo prazo, a prosperidade das comunidades humanas e ecológicas da Terra.
Para poder cumprir estes quatro grandes compromissos, é necessário:
II. INTEGRIDADE ECOLÓGICA
5. Proteger e repor a integridade dos sistemas ecológicos da Terra, com especial preocupação pela diversidade biológica, e pelos processos naturais que sustentam a vida.
a) Adoptar planos e estratégias de desenvolvimento sustentável, a todos os níveis, que façam com que a conservação ambiental e a reabilitação sejam parte integrante de todas as iniciativas de desenvolvimento.
b) Estabelecer e proteger de forma viável as reservas naturais e a biosfera, incluindo regiões selvagens e áreas marinhas, para proteger os sistemas de sustento à vida da Terra, manter a biodiversidade e preservar a nossa herança natural.
c) Promover a recuperação de espécies e de ecossistemas ameaçados.
d) Controlar e erradicar organismos não-nativos ou geneticamente modificados que causem dano às espécies nativas, ao ambiente, e prevenir a introdução desses organismos.
e) Gerir o uso de recursos renováveis como a água, o solo, os produtos florestais e vida marinha de uma forma que não ultrapasse as taxas de regeneração e que protejam a saúde dos ecossistemas.
f) Gerir a extracção e o uso de recursos não-renováveis, como minerais e combustíveis fósseis por forma a que diminuam a exaustão e não causem dano ambiental grave.
6. Prevenir os impactes negativos para o ambiente como o melhor método de protecção ambiental e, quando o conhecimento for limitado, assumir uma abordagem de precaução.
a) Orientar acções para evitar a possibilidade de sérios ou irreversíveis danos ambientais, mesmo quando a informação científica for incompleta ou inconclusiva.
b) Impor o ónus da prova àqueles que afirmarem que a actividade proposta não causará dano significativo, e responsabilizar as partes pelos danos causados no ambiente.c) Garantir que a decisão a ser tomada se oriente pelas consequências humanas globais, cumulativas, de longo prazo, indirectas e de longo alcance.
d) Impedir a poluição de qualquer parte do ambiente, e não permitir o aumento de produção de substâncias radioactivas, tóxicas ou outras substâncias perigosas. e) Evitar que o ambiente seja danificado por actividades militares.
7. Adoptar padrões de produção, consumo e reprodução que protejam as capacidades regenerativas da Terra, os direitos humanos e o bem-estar comunitário.
a) Reduzir, reutilizar e reciclar materiais usados nos sistemas de produção e consumo e garantir que os resíduos possam ser assimilados pelos sistemas ecológicos
b) Actuar com restrição e eficiência em relação ao consumo energético e recorrer cada vez mais aos recursos energéticos renováveis, como a energia solar e a eólica.
c) Promover o desenvolvimento, a adopção e a transferência equitativa de tecnologias ambientais seguras.
d) Incluir totalmente os custos ambientais e sociais de bens e serviços no preço de venda, e habilitar os consumidores a identificar produtos que satisfaçam as mais altas normas sociais e ambientais.
e) Garantir acesso universal aos cuidados médicos que fomentem a saúde reprodutiva e a reprodução responsável.
f) Adoptar modos de vida que acentuem a qualidade de vida e a subsistência material num mundo finito.
8. Desenvolver o estudo da sustentabilidade ecológica e promover a permuta aberta e a ampla aplicação do conhecimento adquirido.
a) Apoiar a cooperação científica e tecnológica internacional relacionada com a sustentabilidade, com especial atenção às necessidades das nações em desenvolvimento.
b) Reconhecer e preservar os conhecimentos tradicionais e a sabedoria espiritual, em todas as culturas, que contribuam para a protecção ambiental e o bem-estar humano.
c) Garantir que informações de vital importância para a saúde humana e para a protecção ambiental, incluindo informação genética, estejam disponíveis no domínio público.
III. JUSTIÇA SOCIAL E ECONÓMICA
9. Erradicar a pobreza como um imperativo ético, social e ambiental.a) Garantir o direito à água potável, ao ar puro, à segurança alimentar, aos solos não contaminados, ao abrigo e saneamento seguro, distribuindo os necessários recursos nacionais e internacionais.
b) Proporcionar educação e recursos a cada ser humano, para assegurar uma subsistência sustentável, e proporcionar segurança social, e rendimentos sociais a todos aqueles que não capazes de manter-se por conta própria.
c) Reconhecer os ignorados, proteger os vulneráveis, servir aqueles que sofrem, e permitir-lhes desenvolver as suas capacidades e alcançar as suas aspirações.10. Garantir que as actividades e instituições económicas, a todos os níveis, promovam o desenvolvimento humano de forma equitativa e sustentável.
a) Promover a distribuição equitativa da riqueza internamente e entre as nações.
b) Promover o desenvolvimento dos recursos intelectuais, financeiros, técnicos e sociais das nações em desenvolvimento, e isentá-las de dívidas internacionais onerosas.
c) Garantir que todas as transacções comerciais apoiem o uso de recursos sustentáveis, a protecção ambiental e normas laborais progressistas.
d) Exigir que corporações multinacionais e organizações financeiras internacionais actuem com transparência em benefício do bem comum, e responsabilizá-las, pelas consequências das suas actividades.
11. Afirmar a igualdade e a equidade entre sexos como pré-requisito para o desenvolvimento sustentável e assegurar o acesso universal à educação, assistência na saúde e às oportunidades económicas.
a) Assegurar os direitos humanos das mulheres e das jovens e acabar com toda a violência contra elas.
b) Promover a participação activa das mulheres em todos os aspectos da vida económica, política, civil, social e cultural, como parceiras plenas e parietárias, decisoras, líderes e beneficiárias.
c) Fortalecer as famílias, e garantir a segurança e a educação de todos os membros da família.
12. Defender, sem discriminação, os direitos de todas as pessoas a um ambiente natural e social capaz de assegurar a dignidade humana, a saúde corporal e o bem-estar psíquico, concedendo especial atenção aos direitos dos povos indígenas e das minorias.
a) Eliminar a discriminação em todas as suas formas, como baseadas em raça, cor, sexo, orientação sexual, religião, idioma e origem nacional, étnica ou social.
b) Afirmar o direito dos povos indígenas à sua espiritualidade, educação, terras e recursos, assim como às suas práticas, relacionadas com formas sustentáveis de vida.
c) Honrar e apoiar os jovens das nossas comunidades, habilitando-os a cumprir o seu papel essencial na criação de sociedades sustentáveis.
d) Proteger e restaurar lugares notáveis pelo significado cultural e espiritual.
14. Integrar, na educação formal e na aprendizagem ao longo da vida, os conhecimentos, valores e capacidades necessárias para um modo de vida sustentável.
a) Oferecer a todos, especialmente às crianças e aos jovens, oportunidades de educação que lhes permitam contribuir activamente para o desenvolvimento sustentável.
b) Promover a contribuição das artes e humanidades, assim como das ciências, na Educação para a sustentabilidade.
c) Intensificar o papel dos média no sentido de aumentar a sensibilização para os desafios ecológicos e sociais.
d) Reconhecer a importância da educação moral e espiritual para uma subsistência sustentável.
15. Tratar todos os seres vivos com respeito e consideração
a) Impedir maus tratos aos animais integrados em sociedades humanas e protegê-los de sofrimentos.
b) Proteger animais selvagens de métodos de caça, armadilhas e pesca, que causem sofrimento extremo, prolongado ou evitável.
c) Eliminar ou evitar até ao máximo possível a captura ou destruição de espécies não visadas.
16. Promover uma cultura de tolerância, não violência e paz
a) Estimular e apoiar o entendimento mútuo, a solidariedade e a cooperação entre todas as pessoas, internamente e entre as nações.
b) Implementar estratégias amplas para prevenir conflitos armados e usar a colaboração na resolução de problemas para manejar e resolver conflitos ambientais e outras disputas.c) Desmilitarizar os sistemas de segurança nacional até chegar ao nível de uma postura não-provocativa da defesa, e converter os recursos militares em propósitos pacíficos, incluindo restauração ecológica.
d) Eliminar armas nucleares, biológicas e tóxicas e outras armas de destruição em massa.
e) Assegurar que o uso do espaço orbital e cósmico mantenha a protecção ambiental e paz.
g) Reconhecer que a paz é a plenitude criada por relações correctas consigo mesmo, com outras pessoas, outras culturas, outras vidas, com a Terra e com a universalidade da qual somos parte.
Grupo PIFAR
Carta Europeia da Água
A Carta Europeia da Água foi promulgada em 6 de Maio de 1968
1. Não há vida sem água. A água é um bem precioso, indispensável a todas as actividades humanas.
2. Os recursos de água doce não são inesgotáveis. É indispensável preservá-los, administrá-los e, se possível,
aumentá-los.
3. Alterar a qualidade da água é prejudicar a vida do Homem e dos outros seres vivos que dependem dela.
4. A qualidade da água deve ser mantida a níveis adaptados à utilização para que está prevista e deve,
designadamente, satisfazer as exigências as saúdes públicas
5. Quando a água, depois de utilizada, volta ao meio natural, não deve comprometer as utilizações ulteriores
que dela se farão, quer públicas, quer privadas
6. A manutenção de uma cobertura vegetal adequada, de preferência florestal, é essencial para a conservação
dos recursos de água.
7. Os recursos aquíferos devem ser inventariados.
8. Os recursos aquíferos devem ser inventariados.
9. A salvaguarda da água implica um esforço crescente de investigação, de formação de especialistas e de
informação pública
10. A salvaguarda da água implica um esforço crescente de investigação, de formação de especialistas e de
informação pública.
11. A gestão dos recursos de água deve inscrever-se no quadro da Bacia natural, de preferência a ser inserida no
das fronteiras administrativas e políticas
A água não tem fronteiras. É o recurso comum que necessita de uma cooperação internacional
Fonte: http://www.smastv.pt/ServicoPedagogico/Jogos/Carta_Europeia.htm
Grupo:WATERPROOF
1. Não há vida sem água. A água é um bem precioso, indispensável a todas as actividades humanas.
2. Os recursos de água doce não são inesgotáveis. É indispensável preservá-los, administrá-los e, se possível,
aumentá-los.
3. Alterar a qualidade da água é prejudicar a vida do Homem e dos outros seres vivos que dependem dela.
4. A qualidade da água deve ser mantida a níveis adaptados à utilização para que está prevista e deve,
designadamente, satisfazer as exigências as saúdes públicas
5. Quando a água, depois de utilizada, volta ao meio natural, não deve comprometer as utilizações ulteriores
que dela se farão, quer públicas, quer privadas
6. A manutenção de uma cobertura vegetal adequada, de preferência florestal, é essencial para a conservação
dos recursos de água.
7. Os recursos aquíferos devem ser inventariados.
8. Os recursos aquíferos devem ser inventariados.
9. A salvaguarda da água implica um esforço crescente de investigação, de formação de especialistas e de
informação pública
10. A salvaguarda da água implica um esforço crescente de investigação, de formação de especialistas e de
informação pública.
11. A gestão dos recursos de água deve inscrever-se no quadro da Bacia natural, de preferência a ser inserida no
das fronteiras administrativas e políticas
A água não tem fronteiras. É o recurso comum que necessita de uma cooperação internacional
Fonte: http://www.smastv.pt/ServicoPedagogico/Jogos/Carta_Europeia.htm
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