O edifício, da autoria dos arquitectos Alexandre Burmester e José Carlos Gonçalves, foi projectado de forma a criar a ilusão de que está suspenso no ar.
Em 2002, este pavilhão foi oferecido à Câmara do Porto pela Unicer, que investiu cerca de 3 milhões de euros na operação. A gestão do equipamento ficou a cargo da Fundação Ciência e Desenvolvimento, que para além da autarquia portuense inclui ainda a Universidade do Porto. O edifício ficou instalado no Parque da Cidade, o que implicou a sua integração urbanística naquela área. Parte dos custos dessa operação foram suportados pela autarquia do Porto.
Os visitantes podem encontrar 20 experiências interactivas diferentes, em que a água é a única fonte de energia utilizada para fazer mover os engenhos. Ela é depois reaproveitada, pois circula em circuito fechado ao longo de todo o percurso. Estas experiências foram concebidas no Experimentarium (Dinamarca), e são iguais às que foram exibidas na Expo’98. Para além de serem bons exemplos das várias utilizações que a água pode ter, estas actividades demonstram bem a importância deste elemento para a vida.
Fontes:
http://www.lifecooler.com/edicoes/lifecooler/desenvRegArtigo.asp?reg=396482
http://194.79.88.139:8081/fcd/
http://jpn.icicom.up.pt/2004/03/18/o_que_e_o_pavilhao_da_agua.html
GrupoWATERPROOF
Sem comentários:
Enviar um comentário